sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Pesquisa fracassa por falta de homens que nunca viram filme pornô



Cientistas que estão estudando os efeitos da pornografia encontraram o primeiro fracasso na pesquisa: não encontraram um só homem que não tenha visto filme pornô na vida.
De acordo com reportagem do jornal "The Gazette", os pesquisadores queriam comparar homens em torno dos 20 anos que nunca foram expostos à pornografia com usuários regulares.
"Não existem rapazes que nunca assistiram a pornografia", disse o professor Simon Louis Lajeunesse, da Universidade de Montreal.
O foco da pesquisa passou a ser os hábitos dos homens que consomem pornô regularmente. Homens solteiros assistem a filmes três vezes por semana, por 40 minutos, segundo o estudo. Quando estão em um relacionamento, eles consomem conteúdo pornô 1,7 vez por semana, por 20 minutos.
A pesquisa revelou ainda que 90% do material é encontrado na internet, enquanto os outros 10% são retirados em lojas de vídeo. Os meninos começam a assistir a pornografia aos 10 anos, segundo o estudo.

Precisou de uma pesquisa para descobrir??? Era só me perguntar...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Presentes de Natal

Garantia de Atenção Masculina

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A Evolução da Espécie

A combinação de uma licença médica com um feriado prolongado me deram oito dias de folga. Quem sempre tem muito a fazer tem dificuldades em não fazer nada, e enquanto todas as manhãs amaldiçôo ter que sair da cama cedo nestes dias sem relógio mal posso dormir. Assim, além de fazer repouso (pero no mutcho) e ver televisão tenho passado o tempo com meu vibrador. E foi numa dessas festinhas solitárias que me dei conta de que ainda não postei no Luxúria minha história real sexual preferida, papo perfeito para um buteco bem ali, entre a nona e a décima cerveja.
“Massagens Vulvares” sempre foram consideradas um tratamento para a histeria feminina e um resquício disso é o habito de dizer que mulheres mau humoradas em geral, sofrem de ‘falta de homem’. No Séc. XIX esse tratamento se popularizou. Haja vista que naquela época feminino e histérico eram considerados praticamente sinônimos. Funcionava assim: as moças e senhoras, com as mais diversas queixas, de insônia a TPM, passando por inconformismo e rebeldia, eram levadas ao doutor que ‘massageava suas vulvas’ ou seja, as masturbava até o orgasmo. Que alivio! Saiam de lá leves e contentes aguardando ansiosas pela próxima consulta.
Acontece que a eficácia do tratamento e o excesso de necessitadas, agravados pelo fato que algumas mulheres a principio levavam até uma hora pra atingir o orgasmo, criou um problema para os especialistas, algo como LER nos dedos, que lhes encurtava a carreira além de causar intensas dores musculares.
A solução encontrada foi usar algo que poupasse a musculatura do doutor e encurtasse o tempo gasto com cada paciente. No começo eram longos bastões de madeira, muito pesados e não portáteis mas uma boa idéia sempre pode ser aperfeiçoada pelas gerações futuras . O resto você já sabe, o medicamento, a indicação e a posologia evoluíram e hoje são são largamente usados por histéricas, calmas e até por homens. As fotos abaixo mostram parte dessa evolução.

Um brinde a auto medicação!





terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O Tesão é Nosso!!!

É chegado o momento de acrescentarmos ao tempo e ao espaço mais uma dimensão fundamental à vida no Universo: o tesão.
Fritz Perls, que era alemão e escrevia também em inglês, deu a essa dimensão o nome de awareness. Palavra de tradução difícil para o português e, à falta de outra melhor, escolheu-se conscientização.
Mas, para compreender o que Fritz queria designar por awareness, é preciso utilizar vários outros conceitos, além do estado de aptidão mental responsável: o estar física e emocionalmente em prontidão, alertas, atentos, disponíveis, sintonizados, sensibilizados, sensorializados, sensualizados a todos os estímulos internos e externos da vida cotidiana. Coisas que quase significam tesão no português falado no Brasil. Mas apenas quase, porque tesão é mais que isso.
Fritz devia ser um homem muito tesudo, sem dúvida, além de genial. Mas tanto a sua língua materna quanto a adotiva não possuem, talvez por puritanismo hipócrita anglo-saxônico e germânico ancestral, algo equivalente a tesão. Enfim, sentia e vivia uma coisa que lhe pareceu ser uma das dimensões fundamentais da vida no Universo, mas que não possuía nome próprio autorizado. Por isso socorreu-se de awareness para sugerir que, graças a essa dimensão, nós sentimos a vida à flor da pele, podemos fazer fluir e tornar disponíveis nossos potenciais humanos e biológicos. Além disso, nos permite estar prontos para agir e reagir satisfatoriamente aos estímulos naturais e sociais, nos possibilitando também perceber e expressar de modo espontâneo os sentimentos e as emoções. Finalmente, ela nos faz criar, amar, jogar, brincar, lutar pelo simples e encantado prazer de estar vivo. Awareness, pois, nessa conceituação ampla de vida pulsando no tempo e no espaço, na duração e no ritmo de cada ser, representaria o que produz no homem o seu desejo-prazer essencial: a liberdade. Assim, por liberdade entenderíamos o tesão do tesão pelo tesão.
Mas a palavra tesão, hoje, no Brasil, tem um significado muito diferente do que consta nos dicionários da língua portuguesa e de como era pronunciada e entendida até a metade da década de 60. Tesão, agora, é muito mais do que tesão, porque de substantivo passou a ser adjetivo e está a pique de virar verbo quase completamente transitivo e pronominal: eu teso, tu tesas, ele tesa, nós tesamos, vós não tesais jamais, eles tesam. Assim, se estudarmos o universo vocabular da juventude brasileira, encontraremos a palavra tesão como a expressão verbal-chave do seu conteúdo lingüístico atual. Torna-se imperioso, pois, para entender as mutações culturais contemporâneas, que se conheçam, tanto em profundidade quanto em extensão, as mudanças operadas na forma e na qualidade de vida das últimas gerações que as transformações semânticas ocorridas recentemente na palavra tesão estão a indicar. E vice e versa, sobretudo. Pois concordo com o pichador de parede que escreveu esta frase no muro de um cemitério em São Paulo: Sem tesão não há solução.

Roberto Freire - Adaptado do livro "Sem Tesão Não há Solução"

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Engano

domingo, 29 de novembro de 2009

Esculturas Eróticas


Autodidata nascido em 1951, Dominique Regnier, francês, foi durante muitos anos fotógrafo de publicidade na indústria automobilística nos arredores de Paris. Retirou-se da carreira e há quase uma década que se dedica de corpo e alma à escultura feminina. Pretende acima de tudo transmitir um erotismo extremo através de materiais incomuns para este tipo de trabalho, prestando especial atenção aos detalhes voluptuosos da mulher.

A sua matéria prima é variada, indo deste o mármore, granito e bronze, até diversas madeiras como a nogueira, azevinho e ébano. Os seus trabalhos vão para além da utilização de bocados de material solto, recorrendo por vezes a árvores mortas ainda enraizadas e fixas no local final onde ficará a escultura. No seu site, além de muitas mais imagens, poderão ainda ver a forma como Dominique trabalha, recorrendo por vezes a modelos. A carga erótica das esculturas é inegável e ousada.









Mais em : http://www.ateliersdartistes.com/dominique-regnier/

sábado, 28 de novembro de 2009

Um boquete e um copo d'agua não se nega a ninguém!

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